São Caetano teve superávit comercial de US$ 117,9 milhões de janeiro a julho

As exportações de São Caetano do Sul totalizaram US$ 340,1 milhões de janeiro a julho de 2026, um decréscimo de 19,3% na comparação interanual. As importações somaram US$ 222,2 milhões, o que significa um crescimento de 0,2% frente ao mesmo período do ano passado. Houve superávit de US$ 117,9 milhões.

Os principais itens exportados foram veículos automóveis, tratores (73,1%), ferro fundido, ferro e aço (10,9%) e ferramentas, artefatos de cutelaria e talheres (4,5%). As importações da regional foram principalmente de instrumentos e aparelhos de óptica (24,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (20,6%) e veículos automóveis, tratores (16,1%).

No período analisado, os principais destinos das exportações de São Caetano do Sul foram Argentina (41,5%), México (15,2%) e Colômbia (9,6%). As compras da regional tiveram como principais origens China (31%), Estados Unidos (14,3%) e México (8,3%).

Rafael Cervone, presidente do Ciesp e primeiro vice-presidente da Fiesp, salienta que "a indústria, cujo avanço e fortalecimento temos defendido perante o governo, pode contribuir de modo cada vez mais significativo para ampliação das vendas internacionais, tanto em volume quanto pelo fato de incluir produtos de alto valor agregado na pauta de exportações".

Ele lembra, também, que o Ciesp presta assessoria na área do comércio exterior às empresas associadas. Para isso, basta entrar em contato com a Diretoria Regional ou com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3549-3232 ou e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Estado de São Paulo
No período de janeiro a julho de 2026, o Estado de São Paulo exportou US$ 45,84 bilhões, com crescimento de 5,5% em relação aos US$ 43,43 bilhões registrados no mesmo período de 2025. As importações aumentaram 5,3%, passando de US$ 50,28 bilhões para US$ 52,94 bilhões.

A corrente de comércio, no período, foi de US$ 98,78 bilhões, crescendo 5,4% frente ao volume de US$ 93,72 bilhões observado no ano passado. A balança comercial teve déficit de US$ 7,10 bilhões, ante US$ 6,85 bilhões na comparação interanual, com aumento de 3,7%.