ProAC SP completa 20 anos com mais de R$ 2,5 bilhões investidos e consolida maior política estadual de fomento à cultura do país
O Programa de Ação Cultural (ProAC) completa duas décadas como a mais abrangente política pública estadual de incentivo à cultura no Brasil. Criado em 2006 pelo Governo do Estado de São Paulo, o programa já destinou mais de R$ 2,5 bilhões a mais de 31 mil projetos, fortalecendo a produção artística, estimulando a economia criativa e ampliando o acesso da população à cultura em todas as regiões paulistas.
Coordenado pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, o ProAC estruturou um modelo contínuo e transparente de financiamento, combinando editais públicos e mecanismo de incentivo fiscal. Ao longo deste período, a iniciativa expandiu modalidades, incorporou novas linguagens e consolidou uma política de descentralização de recursos, garantindo que artistas, coletivos, produtores, associações e instituições culturais de diferentes portes e territórios pudessem desenvolver seus projetos com previsibilidade e respaldo institucional.
“Celebrar os 20 anos do ProAC SP é reconhecer a maturidade de uma política pública que se tornou permanente e estruturante para a cultura paulista. O programa foi concebido para dar estabilidade ao setor, assegurar transparência na aplicação dos recursos e ampliar oportunidades para criadores em todo o estado. Mais do que viabilizar projetos, o ProAC fortalece a economia criativa, estimula a profissionalização e promove inclusão, permitindo que diferentes linguagens e territórios tenham espaço”, afirma a secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marilia Marton.
Ao longo dessas duas décadas, o programa viabilizou produções que ganharam projeção nacional e internacional. No cinema, obras como Que Horas Ela Volta? e Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa contaram com apoio do fomento estadual. Nos palcos, montagens como Martinho Coração de Rei, O Musical e Rita Lee: Uma Biografia Musical evidenciam a força da produção artística incentivada pelo programa.
Festivais e eventos tradicionais também foram fortalecidos, a exemplo do Festival do Folclore de Olímpia, além de iniciativas voltadas à economia criativa e à valorização de territórios periféricos, como a PerifaCria: Mostra da Economia Criativa da Periferia. Instituições culturais consolidadas, como o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand e o Museu da Pessoa, também desenvolvem seus planos anuais de atividades com apoio do programa, ampliando a oferta cultural e garantindo continuidade às suas programações.

